"... a única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais (...) Perco a consciência, mas não importa, encontro a maior serenidade na alucinação. É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer, porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo."
(Clarice Lispector)
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros roisos. E outros amores. E outras pessoas. E outras coisas.
Caio Fernando de Abreu.
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agradeço desde já pelo seu comentário, ele é importate pra mim. ;)
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